mai 24

Evento Capes

Nos dias 14, 15 e 16 de maio, a colaboradora da Unidavi, Prof.ª Ana Paula Leão Batista, esteve em Brasília para participar do III Encontro de Coordenadores Institucionais do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O objetivo do Encontro foi reunir  todas as instituições brasileiras que fazem parte do Pibid e reforçar  o comprometimento da Capes junto à formação do futuro professor.

A Unidavi faz parte do Programa, onde envolve os cursos de Licenciatura em Educação Física e Pedagogia.

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mai 23

Curso de Direito

Dia 21 de maio, na Câmara de Vereadores de Ituporanga, alunos da 9ª Fase do Curso de Direito participaram da 5ª Conferência Nacional das Cidades.

A participação da turma foi importante principalmente no segundo momento, após palestra inicial, pois o público foi dividido em grupos, de acordo com a inscrição sendo os seguintes temas:

Participação e controle social no Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano (Sndu).

Fundo Nacional de Desenvolvimento Urbano (Fndu).

Instrumentos de políticas de integração intersetorial e territorial.

Políticas de incentivo à implantação de instrumentos de promoção da função social da propriedade.

Para cada tema havia diversos questionamentos a serem respondidos e, após, apresentados à plenária para serem aprovados. Assim, criado um documento elencando as prioridades para o município. Alguns acadêmicos participaram em todos os grupos.

Ao final do evento foram eleitos os delegados representantes do poder público e da sociedade civil, sendo 1 titular e 1 suplente de cada. Destaque para o suplente da sociedade civil, aluno da Unidavi, Djonatan Hasse e para o suplente do poder público, também aluno, Felipe Oliveira. A função dos delegados ali eleitos é de levar as prioridades elencadas neste evento para a Conferência Estadual.

A Prof.ª M.ª  Cheila da Silva dos Passos Carneiro, docente na disciplina de Direito Ambiental, acompanhou os alunos no Evento.

“A participação em eventos assim mostra o compromisso e envolvimento de nossos acadêmicos e professores na construção de uma cidade melhor planejada, mais cuidada, preservada e sustentável. Parabéns aos acadêmicos e à professora Cheila  pelo compromisso com esta temática imprescindível para um planeta sustentável”, finaliza a Coordenadora do Curso de Direito, Prof.ª Sandra Angélica Schwalb Zimmer.

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mai 23

Cesta Básica – Rio do Sul

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE RIO DO SUL - ABRIL – 2013 

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.

Com o objetivo de acompanhar o comportamento mensal dos preços da cesta de alimentos e analisar o poder de compra do salário mínimo na aquisição desses produtos, o Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional (Nupeser), Órgão complementar ao curso de Ciências Econômicas da Unidavi, elabora o custo da Cesta Básica Alimentar de Rio do Sul.

Em abril de 2013, o valor da cesta foi de R$257,43, apresentando decréscimo de -5,67% em relação ao mês de março do mesmo ano, cujo custo apurado foi de R$272,91 (ver Gráfico 1).

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Gráfico 1 – Custo da Cesta Básica Alimentar – Nov/2012-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

O gasto do trabalhador, na compra da cesta básica alimentar, que representava 40,25% do valor do salário mínimo, representa agora 37,97%. Portanto, o restante da renda do trabalhador, 62,03%, foi destinado a outros gastos (ver Gráfico 2).

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Gráfico 2 – Participação da Cesta Básica Alimentar no salário mínimo – Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

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Quadro 1 Cesta Básica Alimentar e Salário Mínimo – Mar-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

 

Para adquirir a cesta básica alimentar, em abril de 2013, foram necessárias 83 horas e 32 minutos de trabalho, enquanto, no mês de março de 2013, 88 horas e 33 minutos. Em termos práticos: no mês de abril se trabalhou 5 horas e 1 minuto a menos para se adquirir a cesta básica em relação a março.

O Quadro 2 apresenta todos os produtos constituintes da cesta básica, o preço dos produtos multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior.

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Quadro 2 – Produtos da Cesta Básica Alimentar – Mar-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

* Os produtos selecionados representam uma cesta de alimentos que contém as calorias e os nutrientes necessários para um trabalhador, em idade adulta, sobreviver.

** As quantidades se referem ao consumo mensal de um trabalhador em idade adulta.

A proporção do preço de cada produto no custo da cesta básica alimentar é apresentada em porcentagem no Gráfico 3. Os produtos que tiveram maior participação relativa sobre o custo da cesta são: carne, com 35,02%; pão, com 15,69%; tomate, com 11,23%; e banana, com 7,49%. Cabe lembrar que, com exceção da banana, estes são os produtos que têm maior participação relativa na cesta básica desde o mês de agosto de 2009.

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Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da Cesta Básica Alimentar – Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

Em síntese: entre março e abril de 2013 a cesta básica alimentar em Rio do Sul reduziu os preços em -5,67%, conforme dados apresentados no Gráfico 1. Após aumentos sucessivos nos meses de janeiro, fevereiro e março,  em abril o custo total sofreu redução; é o menor custo total observado em 2013.

Com relação aos produtos que compõem a cesta básica, cabe destacar alguns que sofreram variações relativas superiores aos demais.

Redução: tomate, com variação de -38,69% e óleo de soja -11,68%.

Aumento: margarina, com variação de +43,39%.

Contudo, devido a alteração no quadro dos preços dos produtos que compõem a cesta básica, a participação relativa dos produtos no custo total se alterou. Carne ainda é o produto que possui maior participação, representando 35,02% do custo total em abril. Em seguida aparece o pão, com participação de 15,69% e logo após, o tomate, com 11,23%. Estes dois últimos produtos tiveram a ordem alterada no mês de abril.

 Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí

Curso de Ciências Econômicas

Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional – Nupeser

Coordenação: Prof.ª Tatiane Viega Vargas

E-mail: tatiane@unidavi.edu.br

Pesquisa de preços realizada pelos acadêmicos da 7ª fase do curso de Ciências Econômicas

CENÁRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE ABRIL

QUADRO1

Brasil – Banco Central sobe juros com cautela de maneira especialmente vigilante.

O Banco Central iniciou um ciclo de alta na Taxa Selic e optou por uma elevação de 0,25 pontos base. A decisão surpreendeu o Mercado de Renda Fixa, que já estava posicionado para uma alta de 0,50 pontos.

Houve surpresa também no fato de que a elevação não foi unânime – tiveram dois votos por manutenção – e o comunicado que acompanhou a decisão não fez qualquer menção a um ciclo mais arrojado nos juros.

Após a divulgação da ata, a leitura do mercado continuou a mesma: pouco apetite por parte da instituição de realizar um ajuste de juros mais significativo.

A economia se engatou em uma tendência de recuperação, porém as estatísticas continuam a corroborar que o contexto da recuperação segue frágil e errático, assim, atrapalha o despertar do “espírito animal” e a deixa com tração pouco suficiente para colocar o País no trilho de uma retomada mais sustentável.

Na dinâmica de preços, a inflação continua a mostrar alguma resistência em patamares elevados, apesar de alguns indícios já se mostrarem mais favoráveis. Nesse contexto, mantem-se o cenário central que contempla mais três altas de 0,25 pontos percentuais na Selic, em linha com a sinalização de “cautela” exposta nos comunicados mais recentes do Comitê, levando-a a 8,25% no final do ano.

Tendo em vista a fragilidade da recuperação econômica, principalmente na dinâmica industrial, aliada as elevadas incertezas no ambiente externo, o cenário de menor elevação na Selic não pode ser descartado. Existe uma forte preocupação do Governo em promover uma recuperação econômica neste e no próximo ano como pleito eleitoral. Tal fato pode impor uma barreira para os próximos passos da política monetária.

Neste sentido, acredita-se que o contexto inflacionário deverá permanecer em curso e beneficiar o comportamento dos ativos que se aproveitam de momentos de expectativas de inflação desancoradas.

QUADRO2

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QUADRO3

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A Taxa Selic é divulgada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e tem vital importância na economia, pois as taxas de juros cobradas pelo mercado são balizadas pela mesma.

Na tabela abaixo um comparativo com os principais investimentos realizados no mês de Abril.

QUADRO4

*CDB da Caixa Econômica Federal – 100% do CDI.

**LCI do Banco Máxima – 101% do CDI (Aplicação isenta de IR)

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Os valores nominais são caracterizados como sendo o recebido pela aplicação sem descontos. Já o valor real é o nominal descontando a inflação do período e IR. Desta forma, o investimento com melhor retorno no mês de abril foi o do Tesouro Nacional, que apresentou rentabilidade real de 0,16 % a.m.

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mai 23

Cesta Básica – Taió

CESTA BÁSICA ALIMENTAR DE TAIÓ - ABRIL – 2013 

A Cesta Básica Alimentar é representada por um conjunto de 13 produtos e respectivas quantidades. Em tese, eles seriam suficientes para o sustento e bem-estar nutricional de um trabalhador em idade adulta, que recebe um salário mínimo pela jornada de 220 horas mensais.

Com o objetivo de acompanhar o comportamento mensal dos preços da cesta de alimentos e analisar o poder de compra do salário mínimo na aquisição desses produtos, o Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional (Nupeser), Órgão complementar ao curso de Ciências Econômicas da Unidavi, elabora o custo da Cesta Básica Alimentar de Taió.

O valor da cesta básica, em abril de 2013, foi de R$243,46, apresentando decréscimo de -3,10% em relação ao mês de março de 2013, cujo custo apurado foi de R$251,25 (ver Gráfico 1).

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Gráfico 1 Custo da Cesta Básica Alimentar – Nov/2012-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

O gasto do trabalhador, na compra da cesta básica alimentar, que representava 37,06% do valor do salário mínimo, representa agora 35,91%. Portanto, o restante da renda do trabalhador, 64,09%, foi destinado a outros gastos (ver Gráfico 2).

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Gráfico 2 – Participação da Cesta Básica Alimentar no salário mínimo – abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

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Quadro 1 Cesta básica Alimentar e salário mínimo – Mar-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

Para adquirir a cesta básica alimentar, em abril de 2013, foram necessárias 79 horas de trabalho, enquanto, no mês de março do mesmo ano, 81 horas e 32 minutos. Em termos práticos: no mês de abril se trabalhou 2 horas e 32 minutos a menos para se adquirir a cesta básica (ver Quadro 1).

O Quadro 2 apresenta os produtos constituintes da cesta básica, o preço destes multiplicados pela quantidade mensal utilizada no cálculo global da cesta, bem como a variação percentual com relação ao mês anterior.

quadro_2

 

Quadro 2 – Produtos da Cesta Básica Alimentar – Mar-Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

* Os produtos selecionados representam uma cesta de alimentos que contém as calorias e os nutrientes necessários para um trabalhador em idade adulta sobreviver.

** As quantidades se referem ao consumo mensal de um trabalhador em idade adulta.

A proporção do preço de cada produto no custo da cesta básica alimentar é apresentada em porcentagem no Gráfico 3. Os produtos que tiveram maior participação relativa sobre o custo da cesta são: carne, com 33,66%; pão, com 14,68%; tomate, com 12,62% e banana, com 8,79%. Cabe lembrar que, com exceção da banana, estes são os produtos que tem maior participação relativa na cesta básica desde o mês de setembro de 2009.

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Gráfico 3 Participação dos produtos no custo da cesta básica alimentar – Abr/2013

Fonte: Nupeser (2013).

Em síntese: conforme dados apresentados no Gráfico 1, entre março e abril de 2013, a cesta básica alimentar em Taió reduziu os preços em -5,67%, observa-se que  o custo total da cesta básica vem se reduzindo desde fevereiro de 2013.

Com relação aos produtos que compõem a cesta básica cabe destacar alguns que sofreram variações relativas superiores aos demais.

Redução: tomate, com variação de -34,27%.

Aumento: banana, com variação de +76,49%.

Contudo, devido à alteração no quadro dos preços dos produtos que compõem a cesta básica, a participação relativa destes no custo total se alterou. Carne ainda é o produto que possui maior participação, representando 33,66% do custo total em abril. Em seguida aparece o pão, com participação de 14,68% e, após, o tomate, com 12,62%. Estes dois últimos produtos tiveram a ordem alterada no mês de abril.

 Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí

Curso de Ciências Econômicas

Núcleo de Pesquisa Socioeconômica Regional – Nupeser

Coordenação: Prof.ª Tatiane Viega Vargas

E-mail: tatiane@unidavi.edu.br

Pesquisa de preços realizada pelos acadêmicos da 7ª fase do curso de Ciências Econômicas

CENÁRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE ABRIL

QUADRO1

Brasil – Banco Central sobe juros com cautela de maneira especialmente vigilante.

O Banco Central iniciou um ciclo de alta na Taxa Selic e optou por uma elevação de 0,25 pontos base. A decisão surpreendeu o Mercado de Renda Fixa, que já estava posicionado para uma alta de 0,50 pontos.

Houve surpresa também no fato de que a elevação não foi unânime – tiveram dois votos por manutenção – e o comunicado que acompanhou a decisão não fez qualquer menção a um ciclo mais arrojado nos juros.

Após a divulgação da ata, a leitura do mercado continuou a mesma: pouco apetite por parte da instituição de realizar um ajuste de juros mais significativo.

A economia se engatou em uma tendência de recuperação, porém as estatísticas continuam a corroborar que o contexto da recuperação segue frágil e errático, assim, atrapalha o despertar do “espírito animal” e a deixa com tração pouco suficiente para colocar o País no trilho de uma retomada mais sustentável.

Na dinâmica de preços, a inflação continua a mostrar alguma resistência em patamares elevados, apesar de alguns indícios já se mostrarem mais favoráveis. Nesse contexto, mantem-se o cenário central que contempla mais três altas de 0,25 pontos percentuais na Selic, em linha com a sinalização de “cautela” exposta nos comunicados mais recentes do Comitê, levando-a a 8,25% no final do ano.

Tendo em vista a fragilidade da recuperação econômica, principalmente na dinâmica industrial, aliada as elevadas incertezas no ambiente externo, o cenário de menor elevação na Selic não pode ser descartado. Existe uma forte preocupação do Governo em promover uma recuperação econômica neste e no próximo ano como pleito eleitoral. Tal fato pode impor uma barreira para os próximos passos da política monetária.

Neste sentido, acredita-se que o contexto inflacionário deverá permanecer em curso e beneficiar o comportamento dos ativos que se aproveitam de momentos de expectativas de inflação desancoradas.

QUADRO2grafico1QUADRO3grafico2

A Taxa Selic é divulgada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e tem vital importância na economia, pois as taxas de juros cobradas pelo mercado são balizadas pela mesma.

Na tabela abaixo um comparativo com os principais investimentos realizados no mês de Abril.

QUADRO4

 

*CDB da Caixa Econômica Federal – 100% do CDI.

**LCI do Banco Máxima – 101% do CDI (Aplicação isenta de IR)

grafico3

 

Os valores nominais são caracterizados como sendo o recebido pela aplicação sem descontos. Já o valor real é o nominal descontando a inflação do período e IR. Desta forma, o investimento com melhor retorno no mês de abril foi o do Tesouro Nacional, que apresentou rentabilidade real de 0,16 % a.m.

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mai 23

Maratona do Empreendedorismo 2013

As inscrições para a Maratona do Empreendedorismo 2013 acontecem até amanhã! Inscreva-se!

Conheça mais sobre o Evento. Acompanhe a entrevista, feita pelo Repórter Comunidade, na íntegra:

http://www.rbatv.com.br/edicao/reporter-comunidade-216/edicao-3152/bloco-1/parte-1

http://www.rbatv.com.br/edicao/reporter-comunidade-216/edicao-3152/bloco-1/parte-2

Informe-se: (47) 3521-8800 ou gtec@unidavi.edu.br

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